import { KitContentCustomizationDialog } from './components/kit-content-customization-dialog'; import { KitTemplatesCustomizationDialog } from './components/kit-templates-customization-dialog'; import { KitSettingsCustomizationDialog } from './components/kit-settings-customization-dialog'; export default class Module { constructor() { this.registerCustomizationDialogs(); } registerCustomizationDialogs() { if ( ! elementorCommon?.config?.experimentalFeatures?.[ 'import-export-customization' ] ) { return; } const registry = window.elementorModules?.importExport?.customizationDialogsRegistry; if ( ! registry ) { return; } registry.register( { key: 'content', title: 'Content Dialog', component: KitContentCustomizationDialog, } ); registry.register( { key: 'templates', title: 'Templates Dialog', component: KitTemplatesCustomizationDialog, } ); registry.register( { key: 'settings', title: 'Settings Dialog', component: KitSettingsCustomizationDialog, } ); } } Empresas com milhões a receber da "tese do século" voltam à Justiça - Hickmann Advogados Associados Skip to content

Empresas com milhões a receber da “tese do século” voltam à Justiça

Foto de Nataliya Vaitkevich no Pexels
Objetivo é garantir mais prazo às compensações de créditos

Empresas estão batendo na porta do Judiciário – mais uma vez – por causa da chamada “tese do século”. O motivo, agora, é a quantidade de dinheiro envolvida nessa discussão. Elas fizeram as contas e perceberam que não vão conseguir usar todo o crédito fiscal que têm direito dentro do prazo estabelecido pela Receita Federal.
 
As novas ações são para tentar aumentar esse prazo. O Fisco diz que o contribuinte tem cinco anos – contados do encerramento do processo judicial – para fazer as compensações, ou seja, usar o crédito para quitar tributos federais.
 
Terminado esse prazo, mesmo que ainda tenha saldo, ele não poderia mais compensar. Essa regra vale para qualquer situação. Não é específica para a “tese do século”.
 
Ganhou mais visibilidade agora por causa dos valores envolvidos. Tem muita empresa com milhões – e até bilhões – a receber da União. Vem daí a conta de que teriam mais crédito do que débito num período de cinco anos.
 
Os advogados estão tentando com que esse prazo seja utilizado como limite apenas para a habilitação do crédito perante a Receita Federal. Dizem que existe precedente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesse sentido.
 
Nesse modelo, se a empresa fez a habilitação dentro do prazo e começou a compensar, ela teria o direito de consumir todo o crédito independentemente de prazo. Essa discussão está ocorrendo por meio de mandado de segurança. Não há notícias, ainda, de decisões – nem favoráveis, nem desfavoráveis.
 
Fonte: Valor Econômico

Posts Recomendados